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    Você sabia que cimento sem água é mais barato e emite menos CO2?

    Uma novidade na fabricação de cimento poderá reduzir consideravelmente as emissões de gases de efeito estufa, diminuir o consumo de água e ajudar a lidar com o aquecimento global – além de produzir um concreto mais durável e de custo mais baixo.

    No início, provavelmente os profissionais vão estranhar bastante. O novo tipo de cimento ganha resistência através da carbonatação, e não da sua mistura com água.

    “Em vez de cimento que reage com água, este cimento carbonatado reage com dióxido de carbono e silicato de cálcio,” explica o professor Jason Weiss, da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA.

    “À primeira vista este novo produto se parece com o concreto convencional, mas ele tem propriedades que devem fazê-lo durar mais tempo em algumas aplicações. Além disso, seu uso poderia reduzir as emissões de dióxido de carbono, que é um objetivo importante da indústria do cimento,” acrescentou.

    Se a novidade vai ter sucesso ou não, ainda é cedo para dizer. Mas, de qualquer forma, tudo o que contribui para a diminuição dos danos ao meio ambiente e reduzir os custos da construção civil, no final, é sempre bem vindo.

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    Cientistas desenvolvem novo tipo de cimento que brilha no escuro

    Já imaginou andar à noite numa calçada florescente, como a da foto?

    Pesquisadores da Universidade de Michoacan, no México, estão testando um novo tipo de cimento com propriedades fosforescentes, ou seja, capaz de “brilhar no escuro”.

    O interessante do estudo em questão é que não se trata apenas de adicionar químicos já fosforescentes ao cimento, mas sim de dar essa propriedade ao material de construção. Com o uso de alguns aditivos, os cientistas conseguiram modificar as propriedades ópticas do cimento e fazê-lo brilhar.

    Segundo um dos pesquisadores, é possível usar aditivos para medir a formação de cristais que ocorrem normalmente durante a produção do cimento. Isso permite a passagem de luz para dentro.

    Variando a proporção dos aditivos durante o processo de fabricação, o cimento regula tanto sua intensidade luminescente como sua cor.

    Como outros materiais fosforescentes, o cimento funciona absorvendo radiação luminosa e a emitindo em seguida, algo que só dá pra ver no escuro, daí o jeito popular de dizermos que “brilha no escuro”. Os cientistas responsáveis pelo novo cimento afirmam que ele pode ficar iluminado por até 12 horas.

    Além das características estéticas, uma calçada iluminada desta forma poderia contribuir muito para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual, por exemplo.

    Infelizmente o produto ainda está em fase de pesquisas, e por isso tudo o que podemos fazer é imaginar as centenas de possibilidades que uma calçada florescente pode proporcionar.

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